1 feriado de Junho.

Hoje foi um dia interessante ‘mais que feriado não é interessante’ tive visita da mamãe com direito a fotos e encontros surpresa no mercado publico. Alem de falarmos do passado (sic) da época que eu era molequinho e travesso. fizemos comida juntos e por fim depois de muito fiz minha mãe sorrir pras câmeras. Mais não vim falar sobre isso pois acho essa coisa básica pra qualquer família [a meu irmão estava junto o tempo todo – pra depois ele não mencionar que ele não estava aqui no meu BLUG super famoso de menos de 20 postagens rsrs]. No meio da noite por volta das 21h um amigo me chamou pra jantar, e antes de vermos o lugar luxuoso que íamos – isso mesmo a condição monetária só permitiu ir no pitbull rsrsrs. Paramos em um lanchinho e por La ficamos, não meia hora mais 3 horas a fio batendo cabeça sobre como é engraçado algumas “Coisas da Vida”. Entre uma coca cola e outra, discutimos sobre morte e vida, condições socioeconômicas da cidade, viagens planejadas, caminhadas… então resolvi acender um cigarrinho pra acompanhar o papo cabeça, quanto começamos a falar de Rubem Alves – isso mesmo o Teólogo, sobre a forma que ele fala da transmissão de sentimento pelo olhar.

Quando estamos tristes não precisamos falar que dentro de nós á tristeza, nossas expressões e olhares demonstram isso. Quando estamos assustados nossos olhos falam, quando não gostamos de alguém já sentimos quando olhamos pra ela, detalhe; nunca vimos a pessoa na vida ou trocamos palavras com ela, apenas não gostamos dela.

Outra coisa interessante é a forma que nos transmitimos sentimentos através de palavras. Ex: dois amigos conversando olham um rapaz andando na rua um diz: não gosto daquele rapaz. Imediatamente o seu companheiro se enche do mesmo sentimento de não gostar. Ai quando ver o rapaz em algum lugar fala: não gosto daquele rapaz…

Quando falamos sobre perdas de familiares, chegamos a uma conclusão – se é pra perder um parente, e essa tem que ser uma escolha é lógico que escolhemos um de longe, o certo é não perder, mais se é pra perder que não seja um que esteja no nosso convívio.

de pois de algumas horas de papo gostoso lembramos que tínhamos que ir dormir [não juntos lógico], os bocejos começaram a vir e era hora de dizer adeus, mais foi tão bom né, conversar sobre todas essas coisas, então transmitimos sentimentos através do olhar…

De todos os seres que o mundo concebeu o ser humano é o mais estranho.

Agora sentado aqui na frente do not-not fico pensando ‘será que o sentimento de perda ou as transmissões de sentimento, após algum tempo cessão porque não conseguimos viver com tantos sentimentos ou porque não temos sentimentos originais – como se fosse um perfume contra tipo? Será que esse invólucro que chamamos de corpo é a única coisa que nos torna iguais? Será que todas essas linhas não passam de pensamentos esdrúxulos de um mulato…

Nesses dias no qual esta chegando meu grande dia, me deparei com essa frase: This is the unique path of the bodhisattva—sacrificing the sacrificer

F.P.Silva

mae1

Essa na foto é minha Mamacita…

[Eu havia escrito essa postagem a alguns dias, so agora que pude postar.]

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